UFSC Sustentável
  • Bem-vindo!

    Publicado em 15/08/2018 às 16:34

          

          


  • Semana Campus Lixo Zero UFSC

    Publicado em 18/10/2018 às 14:03

    A “Semana Campus Lixo Zero da UFSC 2018”, já está em sua 4ª edição e ocorrerá entre os dias 29 de outubro e 1 de novembro de 2018.
    O evento, gratuito e aberto ao público, tem por objetivo a promoção da sustentabilidade, buscando a mudança de atitudes por meio de reflexão e vivências de temas atuais relacionados a resíduos.
    Na programação estão previstas mesas redondas, oficina, visitas–técnica, mutirão de limpeza e mostra de iniciativas da comunidade universitária relacionadas a resíduos e a diminuição do consumo. Nesse ano, a temática principal das mesas redondas será o plástico que, será abordado sobre diferentes óticas.

    INSCRIÇÕES

    • Mesas Redonda: (30 de outubro – Auditório da Reitoria): https://bit.ly/2pPIfHf *
    • Oficina Vermicompostagem (31 de outubro): https://bit.ly/2yjsBHM *
    • Mutirão de Limpeza da UFSC (31 de outubro – entorno do Horto do HU): sem necessidade de inscrições
    • Mostra de iniciativas da comunidade universitária relacionadas a resíduos e a diminuição do consumo (30 de outubro – Hall da Reitoria): sem necessidade de inscrições

    * Todos os participantes receberão certificados de participação.

    A Programação em detalhes será publicada em breve!


  • Último dia para o envio de trabalhos para o I Seminário Catarinense de Estudo sobre Reciclagem e Valorização Socioprodutiva de Catadores

    Publicado em 15/10/2018 às 17:25

    O I Seminário Catarinense de Estudo sobre Reciclagem e Valorização Socioprodutiva de Catadores acontecerá em breve e convidamos os pesquisadores do tema para a apresentação de trabalhos. Serão aceitos trabalhos técnicos e científicos sobre reciclagem ou sobre catadores de materiais recicláveis. O Seminário acontece paralelamente ao II Encontro Sul-Brasileiro de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis – ENSULMNCR.

    Quando? 31 de outubro

    Onde? Prédio EFI, na UFSC

    A inscrição deve ser feita via formulário e o resumo encaminhado para o e-mail encontrosulcatadores@gmail.com até o dia 15 de outubro.

    Maiores informações em http://lareso.ufsc.br/comunicacao/eventos/i-scervsc/


  • Apresentação pública do anteprojeto cicloviário na UFSC acontecerá amanhã

    Publicado em 15/10/2018 às 16:53

    Amanhã, dia 16 de Outubro, acontecerá a apresentação pública do anteprojeto referente à nova infraestrutura de circulação de bicicletas no Campus Trindade, UFSC. O projeto é vinculado às soluções propostas no Trecho 02 do Projeto Rotas Acessíveis, desenvolvido pelo Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia – DPAE e contará com uma primeira infraestrutura dedicada à circulação de ciclistas dentro do Campus Trindade. O trecho contemplado será da R. Roberto Sampaio Gonzaga entre o acesso ao Campus pela R. Lauro Linhares e a Praça da Cidadania.

    O projeto será apresentado pela coordenadora técnica do estudo de implantação do sistema cicloviário no Campus a Engª Carolina Cannella Peña, a Arqª Camila Poeta Mangrich, responsável pelas definições de planejamento do Projeto Rotas Acessíveis e pelo responsável pela elaboração dos projetos executivos,  Arqº Igor Tadeu Lombardi.

    Para mais informações, clique aqui.

    Quando: 16/10/2018

    Horário: a partir das 18h30

    Local: Auditório do CFH, no Campus Trindade da UFSC.

    Participe! As ciclovias favorecem a mobilidade urbana e o meio ambiente como um todo.

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  • Convite – Planeta.Doc Conferência

    Publicado em 08/10/2018 às 17:06

    Não é mais possível desenvolver dois conjuntos paralelos de medidas, um para responder às necessidades sociais – “salvar a humanidade” – e outro para responder aos danos ecológicos “salvar o planeta”. O objetivo atual é combinar essas duas exigências solidárias nas perspectivas de ação conhecida como socioambiental. A percepção da existência  de limites do planeta, da degradação e dos riscos ecológicos, bem como das consequências humanas dramáticas destas degradações nos força, desde já, a repensar as relações entre sociedade-natureza e a considerar danos ignorados por muito tempo.

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    Esse é o objetivo do III Planeta. Doc Conferência, que esse ano abordará oceanos e biodiversidade, junto com alguns dos melhores cases socioambientais de Florianópolis.

    Quando?  16 de Outubro de 2018.

    Onde?  Auditório Garapuvu – Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

    O quê? Serão 35 palestrantes nacionais e internacionais sobre oceanos e biodiversidade e cases socioambientais de Florianópolis. A programação completa estará disponível em breve através do site https://www.planetadoc.com/conferencia-2018/.

    Inscrições: O evento é gratuito e para participar basta inscrever-se no site:  https://www.sympla.com.br/planetadoc-conferencia-2018__368816.

    O Planeta.Doc Conferência faz parte das ações da Semana Nacional De Ciência e Tecnologia – MCTIC e SEPEX/UFSC – 2018 e da 5ª Edição do Festival Internacional de Cinema Socioambiental PLANETA.doc.

    Pensando na importância do tema, o UFSC Sustentável apoia esse projeto. Participe também dessa oportunidade de escutar e motivar-se sobre a questão ambiental!


  • Ecofonte, uma alternativa mais sustentável

    Publicado em 02/10/2018 às 17:49

    Você já imaginou quais são as consequências para a natureza ao imprimir folhas e mais folhas? Quando se discute sobre este assunto, a maioria das pessoas pensa somente no consumo de papel, sem pensar em um dos grandes vilões dessa atividade, a produção e descarte de cartuchos e tonners de tinta. Isso ocorre porque as tintas, presentes nos cartuchos, possuem elementos com elevada toxicidade e facilidade para bioacumulação que, quando descartados, podem causar a contaminação do solo, cursos d’água e lençóis freáticos, criando situações críticas à saúde do homem e ao meio ambiente. Se você pensou que o único problema causado ao imprimir era o ambiental, é bom saber também que o custo da tinta por milímetro pode ser comparado aos perfumes mais caros existentes.

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    Muitas vezes não temos outra alternativa, a não ser utilizar a impressora, no entanto, com algumas pequenas mudanças na formatação dos computadores, é possível ter um comportamento ambientalmente responsável e ainda economizar dinheiro. Uma forma bem interessante de economizar nas impressões é a utilização da Ecofonte ou spranq eco sans.Esse tipo de fonte diminui cerca de 20% a utilização de tinta, devido à presença de círculos não preenchidos com tinta dentro dos seus traços, sendo essa diferença ignorada pelo nosso cérebro. Outra vantagem é que, um documento com a Ecofonte, fica automaticamente no modo economia.

    Além do mais,trata-se de uma fonte Open Source, isso quer dizer que não possui restriçõs comerciais de uso, podendo ser instalada e modificada por qualquer pessoa. Instale a Ecofonte epadronize para usá-la em todos os seus documentos!

    Roteiro para adicionar a ecofont no Windows:

    • Baixar o arquivo da fonte no link a seguir: http://www.agu.gov.br/arquivos/spranq_eco_sans_regular.ttf;
    • Abrir o download e clicar no botão Instalar;
    • Pronto, sua fonte já está pronta para ser utilizada!
      • OBS.: Caso seu computador seja controlado remotamente pelo Setic e solicitar a  autorização do administrador, é necessário ligar para o Setic para realizar a instalação. Fone: 3721-6333.

    Para utilizar a fonte basta selecionar “Spranq eco sans”. OBS.: Lembrando que a Ecofonte, tamanho 10, é equivalente à fonte Arial, tamanho 11, e à Times New Roman, 12.

     

    Se você quer configurar a Ecofonte como fonte padrão, siga o procedimento abaixo: 

    Microsoft Office:

    • Abra um documento;
    • Abra a janela de Fonte (canto direito inferior);
    • Defina a fonte “Spranq eco sans”, escolha o tamanho que preferir e clique em Padrão, no canto inferior esquerdo;
    • Ao abrir a janela para confirmar a modificação selecione o botão SIM;
    • Pronto, a partir de agora você economizará 20% de tinta em suas impressões!

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    Br Office:

    • Abra um novo documento, no menu Ferramentas e clique em Opções;
    • Em seguida, clique no símbolo ‘+’ que aparece em frente ao BrOffice.org Writer;
    • Clique em Fontes Básicas (Ocidentais) e, no campo PADRÃO, selecione a fonte “Spranq eco sans“, o tamanho que preferir e clique em OK.
    • Pronto, os próximos documentos já terão esse padrão.

    Fontes: http://www.agu.gov.br/interna/ecofont/index

    http://www.trt3.jus.br/socioambiental/html/voce_pode_fazer/vpf_ecofonte.htm


  • Resíduos coletados no Mutirão de Limpeza do Clean Up Day + Semana da Árvore

    Publicado em 28/09/2018 às 11:42

    No último sábado (22), aconteceu o mutirão de limpeza em comemoração a Semana da Árvore na UFSC e ao World Clean Up Day, evento que reúne o mundo todo  em prol da limpeza dos ambientes. O mutirão, que reuniu alunos e servidores, foi organizado pelo movimento estudantil UFSC SEM PLÁSTICO, em parceria com a Coordenadoria de Gestão Ambiental UFSC.

    A ideia inicial era recolher os resíduos na UFSC inteira, mas devido a grande quantidade desses e o número de pessoas presentes, a limpeza ocorreu somente no Bosque, CFH e estacionamento do CCE. Esse último estava sujo porque na noite anterior tinha acontecido uma festa no local. O mutirão durou cerca de 2h30 e contou com a participação de cerca de 15 pessoas. Foram coletados 33 sacos de lixo. Após a coleta, os resíduos de 80% dos sacos de lixo coletados (27 sacos) foram contabilizados.

    Chamou a atenção os resíduos incomuns, como a Impressora e o Pé de cadeira de rodas, mostrando um possível descaso com esses ambientes. Nota-se também que as maiores quantidades são de materiais plásticos, como as embalagens e copos. As bitucas de cigarro também estão presentes em quantidades expressivas.  Abaixo está a listagem completa e o quantitativo dos resíduos encontrados.

    ITEM QUANTIDADE ITEM QUANTIDADES
    Embalagens plásticas 618 Caco de vidro 21
    Garrafas plásticas 437 Lata 33
    Copo plástico 812 Lata alumínio grande 3
    Isopor 166 Papel 109
    Borracha 1 Eletrônico 4
    Plástico grande 15 Tecido 53
    Sacolas plásticas 451 Roupas 19
    Embalagem alumínio/plástico 61 Tinta seca 1
    Bituca 713 Cotonete 5
    Tampinha 60 Caneta 3
    Colher/ garfo plástico 71 Sachês molho 6
    Prato plástico 4 Fios elétricos 3
    Canudos 45 Placa de note 1
    Carteira cigarro 62 Arame metal 3
    Isqueiros 5 Pé de cadeira de rodas 1
    Papelão 40 Caneca plástico 1
    Embalagens papel 123 Plásticos diversos 15
    Jornal 13 Madeira 5
    Vidro 52 Camisinha 7
    Impressora 1 TOTAL 4015

    Escrito por Luiza Della Giustina/ Estagiária de Jornalismo da Coordenadoria de Gestão Ambiental UFSC

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  • Ponto de coleta de esponjas usadas na UFSC

    Publicado em 25/09/2018 às 17:58

    A UFSC, a partir de uma iniciativa estudantil, já tem seu ponto de coleta de esponjas usadas. As esponjas doadas são revertidas em recursos para entidades sem fins lucrativos ou escolas.

    Uma marca de esponjas, em parceria com a Terracycle criou o Programa Nacional de Reciclagem de esponjas de uso doméstico. Ele disponibiliza coletores para arrecadação de esponjas que serão posteriormente recicladas. Além disso, pode-se reverter os produtos entregues em doações. Desde sua existência, já foram arrecadadas 1.006.375 unidades em 117 pontos, totalizando R$ 28.056,26 doados.

    Para participar do projeto, os interessados se cadastram no site e enviam gratuitamente as esponjas, que podem ser de qualquer marca, para a Terracycle, revertendo cada unidade em R$0,02 de doações para uma entidade sem fins lucrativos ou escolas. Para pontuar, as caixas devem ter no mínimo 500 gramas de produtos, ou seja, quase 60 unidades (8,5g cada).

    A pós-doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental, Elisângela Schneider teve a iniciativa de colocar um ponto de coleta no prédio da Engenharia Sanitária e Ambiental na UFSC. Ela participa do programa por meio da coleta e envio das esponjas para a Terracycle, empresa responsável pelo encaminhamento dos resíduos. Conversei um pouco com ela sobre sua motivação, como está a iniciativa e a importância da comunidade universitária se envolver em ações para a promoção da sustentabilidade.

    Luiza: O que te motivou a recolher as esponjas?

    Elisângela: A minha motivação é que toda ação conta no intuito de melhorar o mundo onde vivemos, principalmente em relação ao meio ambiente.

    L: Você leva as esponjas coletadas na UFSC para os centros de coleta deles?

    E: Eu envio pelo correio para eles.

    L: E você faz isso vinculada a algum projeto, laboratório ou núcleo ou é iniciativa sua?

    E: Isso é iniciativa minha mesmo, mas como sou Pós-Doc do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental, acaba que faz todo sentido.

    L: O valor é revertido para uma instituição, certo? É uma da sua escolha ou a empresa que escolhe?

    E: Isso mesmo. A gente pode escolher.

    L: E para qual você destina ou pensa em destinar?

    E: Como eu ainda não enviei nenhuma caixa, precisa de uma quantidade boa de esponjas, ainda não defini para qual instituição. A princípio a minha ideia era ajudar o Seove (Sociedade Espírita Obreiros Vida Eterna) no Campeche.

    L: Qual é a quantidade de esponjas que é necessário para realizar uma primeira doação?

    E: Tem que ter pelo menos 500g na embalagem e cada esponja tem aproximadamente 8,5g.

    L: Quantas esponjas têm até agora?

    E: Já consegui coletar 30. Até agora não houve muita adesão…Estou pensando em colocar outros pontos de coleta na UFSC.

    L: Como você vê essas iniciativas na UFSC e no próprio ambiente acadêmico?

    E: Eu acho que a universidade também existe para auxiliar a comunidade como um todo. Por exemplo com este tipo de iniciativa. Mas o que eu vejo às vezes é que pessoas que estão cursando engenharia sanitária e ambiental não se preocupam com coisas pequenas, mas tão relevantes para o meio ambiente,
    como separar o lixo reciclável, usar somente o mínimo necessário de papel toalha no banheiro , apagar a luz ao sair e tantos outros exemplos. Me parece que falta empatia das pessoas para tornar o mundo melhor. Tanto falam de corrupção, mas são incapazes de jogar seu lixo no local correto.

    L: Você julga importante a universidade estar envolvidas em ações que não estão diretamente ligadas ao conhecimento acadêmico?
    E: Com certeza, senão não faz sentido fazer pesquisa se não pode ser aplicado na melhoria do mundo onde vivemos.

    O posto de coleta está localizado no primeiro andar do prédio da Engenharia Ambiental e Sanitária, no Centro Tecnológico, em cima do coletor da Coleta Seletiva no da UFSC.

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    Qual a importância do descarte correto das esponjas?

    As buchas sintéticas (esponjas) são feitas de um tipo de plástico chamado poliuretano. Ele tem como característica a rigidez, ou seja, não amolece nem mesmo com o calor. Por isso, esse tipo de plástico é de difícil reciclagem, mas existe a possibilidade de reutilizar os rejeitos desse produto, na composição de pisos ou pistas de atletismo, entre outros.
    Mas é difícil encontrar um local que aceite esse material para a reciclagem, porque ele costuma vir contaminado e a descontaminação costuma ser cara. Outro problema associado ao poliuretano é o dano que ele pode causar à saúde. Infelizmente, é muito comum que as pessoas descartem as esponja de cozinha no lixo comum, fazendo com que elas parem nos lixões e aterros e prejudicando o meio ambiente

    Fonte: ttps://www.ecycle.com.br/component/content/article/57-plastico/200-o-que-fazer-com-a-esponja-de-cozinha.html

    Mais informações sobre o projeto no site https://www.scotch-brite.com.br/3M/pt_BR/scotch-brite-br/terracycle/

     

    Escrito por Luiza Della Giustina/ Estagiaria de Jornalismo da CGA


  • Envelopes Vai-Vem já estão disponíveis no Almoxarifado

    Publicado em 25/09/2018 às 15:51

    Mandar documentos por meio de envelopes é um hábito comum dentro do meio acadêmico ou  nos setores administrativos da Universidade. Eles protegem os papéis e também servem para organizar melhor o que será enviado, mas se pensarmos bem, será que não usamos mais que o necessário?

    Além dos gastos com impressão, há o impacto ambiental dos papéis. Contudo,  existem diversas alternativas a sua utilização. A internet é uma ótima ferramenta, ela permite a utilização de e-mails, compartilhamento de arquivos ou até mesmo o envio de mensagens. Ou seja, é  melhor financeiramente e também  para o meio ambiente. Porém, naquelas ocasiões em que  realmente for necessário utilizar o envelope, que tal aderir aqueles que são reutilizáveis?

    Ele tem vários nomes, como reutilizável e vai-vem, mas é como um envelope grande normal. A diferença é que, no seu verso, existe uma tabela com o remetente, destinatário e datas, o que o possibilita ser usado 30 vezes. Para isso, basta preencher as informações solicitadas e riscar o nome acima, que corresponde ao uso anterior. Alguns cuidados devem ser tomados para permitir a sua reutilização, como tirar os grampos e clips cuidadosamente para não rasgar o papel.

    Os envelopes  desse tipo já estão disponíveis no Almoxarifado da UFSC e podem ser requisitados via solicitação digital para o Almoxarifado Central (CAC/DCOM/PROAD).  O Memorando oficial com as instruções para a requisição desse tipo de envelope está disponível aqui.

     

     


  • Mutirão no Bosque do CFH reúne alunos e comunidade

    Publicado em 24/09/2018 às 15:17

    Neste sábado, 22 de setembro, em comemoração ao dia da árvore, a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC (CGA) em parceria com o Núcleo de Permacultura da UFSC (NEPerma), Sala Verde, Escoteiros e Centro de Filosofia e Ciências Humanas promoveu mutirão de recuperação do bosque do CFH. O evento durou em torno de 3 horas e teve bastante adesão da comunidade acadêmica, com a participação de em torno de 20 pessoas .  

    O que foi feito:

    • Manutenção da horta mandala na área central do bosque, com o plantio de espécies hortaliças como ervilhaca e nabo-forrageiro.
    • Reestruturação dos canteiros ao lado do observatório. Em um deles foi feito o plantio de ervas medicinais e aromáticas, com sementes de erva cidreira, orégano, manjericão, pimenta, amor-perfeito, camomila, arruda e hortelã. O outro foi reorganizado de maneira a se evitar o ravinamento, processo erosivo que leva a formação de depressões no solo devido à forte passagem de água.
    • Reorganização da composteira. Ela recebe material do manejo das áreas verdes do próprio bosque e da UFSC.
    • Plantio de 3 mudas em áreas especialmente selecionadas do bosque, de acordo com a característica de cada planta. Uma delas foi a canela-preta, espécie ameaçada de extinção. Durante a semana serão plantadas outras 27 mudas de espécies preferencialmente nativas do Brasil, tais como o araçá e pata-de-vaca.

    O bosque é um grande exemplo de sustentabilidade, com parte dele sendo legalmente considerado área de proteção permanente (APP). Contudo, para que isso permaneça, é importante o envolvimento de toda comunidade. O cuidado e a preservação são indispensáveis, envolvendo ações simples como não jogar lixo no local e também a participação de mutirões de manejo da área.

    Um pouco mais sobre o projeto de recuperação do Bosque do CFH

    O projeto de Recuperação Ambiental do Bosque do CFH por meio da implantação de Sistema Agroflorestal (SAF) visa à recuperação e revitalização do solo, fauna e flora da área conhecida como Bosque do CFH através de ações coletivas, como mutirão de limpeza, reativação e manejo agroecológico da horta comunitária e plantio de mudas e espécies nativas para a recuperação da mata ciliar.

    Para o planejamento e execução do Projeto, contido no seu  plano de manejo, utilizam-se conhecimentos tradicionais da permacultura e agroecologia, como a implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs). Os SAFs são sistemas de uso de terras onde espécies arbóreas e arbustivas são associadas com cultivos agrícolas, objetivando otimizar as interações ecológicas do sistema de modo eficaz, na ciclagem de nutrientes, na otimização do uso do espaço e recurso, na diminuição dos riscos de degradação, possuindo um elevado potencial para o controle da erosão através da cobertura do solo, pelas copas e matéria orgânica depositada.

    O projeto é resultado da parceria entre a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, o NEPerma (Núcleo de Estudos em Permacultura), coordenado pelo professor Arthur Nanni, e a Comissão de Revitalização do Bosque do CFH.

    Equipe responsável:

    A coordenação geral do projeto é realizada pelo Prof. Dr. Arthur Nanni (NEPerma), contando com a participação dos estudantes de graduação Melina Mucilo (Ciências Biológicas), Luiz Leal (Geografia) e Amanda Vita (Geografia), e da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, representada por Allisson Castro (Biólogo) e Gabriela Mota Zampieri (Administradora).

     

    Semana da árvore na UFSC

    O evento veio pra fechar a semana de ações referentes ao dia da árvore, que teve diversas ações de conscientização. Para alertar o consumo de papel e o cuidado com as árvores, foram colocadas cortinas com folhas em cada centro de ensino trazendo informações quanto ao seus respectivos consumos de papel e placas sobre a importância das árvores espalhadas no campus. Para trazer alternativas sustentáveis e conhecimento das plantas, foram promovidas oficinas como a de ecocaderno e a caminhada “caminho das plantas”, organizada pela Sala Verde. Por fim, para chamar a atenção da UFSC como um todo, foram colocadas caixas de resmas de papel representando o volume de papel consumido em 2017 pela UFSC, no hall da reitoria I.

    Os mutirões ocorrem todas as sextas-feiras às 09:00, sendo abertos à toda a comunidade local. O ponto de encontro é na área central do bosque. Para saber mais:

    www.facebook.com/projetobosquecfh

    http://gestaoambiental.ufsc.br/projeto-bosque/

    http://permacultura.ufsc.br/bosque-de-cfh-uma-sala-de-aula-viva/ 

     

    Escrito por Luiza Della Giustina/Estagiária de Jornalismo da Coordenadoria de Gestão Ambiental


  • Dia Mundial sem carro

    Publicado em 21/09/2018 às 10:39

    Não é nenhuma novidade que o carro é amplamente usado pela população mundial, muito menos que seu uso desmedido impacta social e ambientalmente toda a sociedade. Parar completamente de usá-los parece impossível, mas mudar os hábitos que envolvem esse meio de transporte está ao alcance de todos e pode gerar mudanças positivas.

    Por que usamos tanto os carros?

    O surgimento dos automóveis data o período da Revolução Industrial gerou uma mudança de paradigma no qual a sociedade. A crença no progresso e na evolução da tecnologia tomou conta do pensamento da época. Fábricas, chaminés e fumaça eram símbolos de avanços tecnológicos e, portanto, o progresso da sociedade. Esse tipo de visão, que para nós atualmente chega ser estranho, predominou por muito tempo, até os danos causados ao meio ambiente serem notados e estudados. Antes disso, os impactos ambientais das nossas escolhas não eram questionados, de maneira que não se pensava em desmatamento, poluição e demais agressões ao meio ambiente.

    A questão econômica também influenciou na situação, fazendo com que os transportes públicos no Brasil, por serem menos recompensadores economicamente, não recebam o mesmo investimento que montadoras e empreiteiras.Desse modo, a supremacia dos automóveis prevaleceu. Segundo dados da IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) a frota circulante no Brasil é de 65,8 milhões de veículos. Desse número, 41,2 milhões são automóveis (62,65%), 7 milhões são comerciais leves (10,67%), 2 milhões são caminhões (3,09%), 376,5 mil são ônibus (0,57%) e 15,1 milhões são motocicletas (23,01%). Junto com isso, a mobilidade e o planejamento urbano também não são propícios para os usos alternativos, mas existem possibilidades de mudanças.

    Alternativas boas para o bolso, para o trânsito e para o planeta

    Cartaz-Dia-Mundial-Sem-Carro

    Bicicletas, ônibus ou ir caminhando, são as alternativas mais conhecidas. Contudo existem também aplicativos e grupos que possibilitam caronas. Alguns deles são:

    – BlaBlaCar: mais utilizado para viagens intermunicipais, o aplicativo permite que você pesquise umaviagem de acordo com o ponto de partida e o destino final. Os custos da viagem são divididos entre os passageiros, mas geralmente são acessíveis. Existe a possibilidade de avaliar os usuários após a viagem, trazendo mais segurança pra quem vai acessar o serviço.

    – Grupo no Facebook Carona CERES: grupo público onde os usuários oferecem caronas de acordo com o trajeto que percorrerão. Não existe intermédio de nenhum aplicativo ou empresa, sendo responsabilidade de cada um acertar valores e combinar a carona.

    – Carona direta: esse aplicativo para android permite que os usuários selecionem a opção “motorista ou passageiro” e planejem suas rotas. Por segurança, tem a possibilidade de ver perfil e avaliação dos usuários.

    Além dessas, tem a opção de combinar caronas com pessoas que trabalham, moram ou estudam per

    to de você. Além de ser mais rentável, diminui o trânsito e a poluição nas cidades.

    Escrito por Luiza Della Giustina/Estagiária de Jornalismo da Coordenadoria de Gestão Ambiental