Por Julia Breda / Estagiária de Jornalismo
No Brasil, cada pessoa consome, em média, 154 litros de água por dia – de acordo com o Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento, do Ministério das Cidades. Esse número é 44 litros maior do que a quantidade que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera necessária para um indivíduo – 110 litros ao dia¹. Mas isso é apenas o consumo direto. A água é um recurso utilizado na fabricação da maior parte das coisas em nosso dia-a-dia – e esse consumo, na maior parte das vezes, não é contabilizado.
Para tentar quantificar a água doce “invisível” consumida, Arjen Hoekstra, um pesquisador holandês, introduziu o conceito de Pegada Hídrica, em 2002. A Pegada Hídrica é um indicador que leva em consideração o uso da água de forma direta e indireta – tanto do consumidor quanto do produtor – para definir o volume total de água doce utilizado para produzir os bens e serviços. Os brasileiros consomem, em média, 1.381 m³ per capita por ano. A média global é de 1.243 m³.4
Por exemplo, para produzir 1kg de carne são utilizados, em média, 15 mil litros de água – esse número depende de fatores como o tipo de sistema de produção, e da composição e origem da alimentação do gado. Dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) apontam que o setor agropecuário, em média, é o maior utilizador de recursos hídricos. São 140 litros para fazer apenas uma xícara de café; 3.400 litros para produzir um quilo de arroz.
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Por Julia Breda / Estagiária de Jornalismo
Hoje, dia 21 de março, é comemorado o Dia Mundial das Florestas. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) instituiu a data, em 1971, em virtude do início da Primavera no Hemisfério Norte. O objetivo do dia era sensibilizar a população sobre a importância das florestas para a manutenção da vida na Terra e a necessidade de sua preservação.²

As florestas ocupam cerca de 30% da superfície da Terra e são responsáveis pela manutenção da maioria das fontes de água doce do planeta; elas abrigam a maioria das espécies, tanto da fauna quanto da flora; conservam a biodiversidade dos rios e protegem os solos de erosões; são chamadas de “pulmão do mundo”, já que são elas que realizam a fotossíntese – processo de produção de oxigênio a partir da absorção de dióxido de carbono (CO2). ³
Para o Brasil, o Dia das Florestas tem um significado ainda mais importante, já que o país acolhe a maior floresta do planeta: a Floresta Amazônica. Apesar de ser considerada pelos cientistas como uma das principais proteções naturais contra o aquecimento global – já que atua como uma gigantesca absorvedora de carbono –, a floresta apresenta níveis de desmatamento maiores que o esperado. Em novembro do ano passado, a Veja relatou um aumento de 13,7% no índice de desmatamento em relação ao ano anterior.
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Reitor Ubaldo Cesar Balthazar assina diplomas digitais. Reprodução: Notícias UFSC
Por Julia Breda / Estagiária de Jornalismo
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou nesta sexta-feira, 15 de março de 2019, a primeira formatura com diploma exclusivamente digital. Dentre as instituições do sistema federal de ensino superior, a UFSC é pioneira na implementação do novo formato, estabelecido esse ano pelo Ministério da Educação (MEC). Os diplomas digitais contém um QR Code, que remete à URL dos diplomas (diplomas.ufsc.br) e ao código de validação, permitindo o acesso ao registro visual e ao diploma digital. Os formandos eram do curso de Direito, um dos mais tradicionais da universidade.
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