Ação RU sem descartáveis acontece essa semana na UFSC

13/11/2018 15:28

Luiza Della Giustina / Estagiária de Jornalismo

Aconteceu ontem e está acontecendo hoje e amanhã a ação “RU sem descartável” no Restaurante Universitário do CCA, promovida pela UFSC Sem Plástico e apoiada pela Coordenadoria de Gestão Ambiental. A ideia é conscientizar os estudantes para que eles levam seus próprios copos reutilizáveis e parem de usar os descartáveis.

Essas ações fazem parte do projeto UFSC Sem Plástico, que busca reduzir o impacto ambiental dentro da Universidade. Uma das frentes do projeto é construir junto as cantinas e restaurantes um ambiente de conscientização. Por isso, já está acontecendo a campanha para acabar com o uso de descartáveis nas cantinas da Universidade, mas para que isso aconteça, cada um precisa trazer seus copos reutilizáveis. A maioria das cantinas concordaram em servir café, suco ou qualquer tipo de bebida nos copos reutilizáveis, é só solicitar aos atendentes. No Brasil, são consumidos 720 milhões de copos descartáveis por dia, segundo dados da ABRELPE. Para diminuir esse número, é preciso que todos façam sua parte.
Na foto, a bolsista de artes cênicas do projeto Ana Gabriela e o membro do UFSC sem plástico, Rafael de Lima.

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UFSC realiza testes com fumaça para detectar origem das águas que chegam aos córregos na instituição

12/11/2018 14:35

A Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, com a ajuda de uma equipe da Casan, irá realizar testes de fumaça para identificar a origem das contribuições pluviais ainda não identificadas aos córregos da UFSC. A operação será nesta terça-feira, 13 de novembro, a partir das 9h30. A equipe irá utilizar um equipamento insuflador de fumaça, com pressão suficiente para atingir até 400 metros de distância. A fumaça não é tóxica, sendo atestada pelos órgãos de controle, mas poderá gerar incômodo visual próximo aos locais de saída de fumaça ou ser confundida com incêndio.

A operação visa identificar a origem das águas que chegam aos córregos da UFSC, indicando se provenientes de tubulações pluviais (da chuva) ou de esgoto. A fumaça será injetada nas tubulações no ponto de chegada aos córregos, irá percorrer as tubulações até sair pelos pontos altos, como bueiros, tampas, e podem até mesmo sair por pias, ralos, e demais instalações hidráulicas que contribuem aos córregos irregularmente.

A verificação das redes de drenagem da UFSC com aplicação de fumaça inicia às 9h30, na ponte nos fundos da Editora da UFSC. A equipe irá percorrer o trecho até a ponte entre o Centro de Eventos e a Reitoria, abrangendo as seguintes edificações: EGR, Editora da UFSC, NUMA, Centro de Eventos, LabCAL, Arquitetura, Fundação Certi e CDS. Somente neste trecho, há oito pontos de lançamento no córrego onde não há identificação da origem. Os trabalhos devem se estender até as 17h. 

A Coordenadoria de Gestão Ambiental solicita aos responsáveis pelos locais que, se visualizarem fumaça, informem as equipes da Coordenadoria de Gestão Ambiental e Casan que estarão no local, ou pelo telefone no (48) 3721-4228. A identificação dos locais de saída da fumaça é fundamental para a correção das ligações irregulares e o sucesso da operação.

Desde 2015, a UFSC conduz estudos para a recuperação da qualidade da água dos córregos que atravessam o campus Trindade, com monitoramento da qualidade de água, caracterização dos cursos da água e das fontes de poluição interna e externa ao campus, e proposições de recuperação. Atualmente, há uma comissão formada por técnicos-administrativos da Coordenadoria de Gestão Ambiental, Coordenadoria de Planejamento e Departamento de Arquitetura e Projetos da Secretaria de Obras e Meio Ambiente e do Gabinete da Reitoria com o objetivo de encaminhar aos órgãos competentes um Plano de Recuperação dos Córregos cujas fontes de poluição são inerentes ao campus da UFSC.

A operação será cancelada em caso de chuvas, e transferida para a próxima semana.

Mais informações pelo ramal 4228.

Notícia: Agecom UFSC

Semana Lixo Zero 2018 discute resíduos plásticos

05/11/2018 16:11

Luiza Della Giustina / Estagiária de Jornalismo

Mesas redondas, oficina de vermicompostagem e mostra de projetos sustentáveis integraram a Semana Campus Lixo Zero da UFSC 2018. O evento, que abordou em especial problemas e soluções para o plástico, aconteceu nos dias 30 e 31 de Outubro, movimentando em torno de 200 pessoas.

A 4ª edição da Semana Campus Lixo Zero da UFSC teve como foco o resíduo plástico nas duas mesas redondas. A  problemática desse tipo de resíduos nos oceanos e na reciclagem foi abordada com falas do Professor Orestes Alarcom e da Professora Juliana Leonel, além da mestranda Thaianna Cardoso que abordou a questão do ciclo de vida e reciclagem. Em um segundo momento, foi discutido possíveis soluções, como a iniciativa UFSC sem plástico, as medidas municipais na Gestão de Resíduos Urbanos em Florianópolis e o método do restaurante Origem, o primeiro restaurante Lixo Zero do Brasil.

No dia seguinte, a oficina de Vermicompostagem, ministrada  pelas Engª Thaianna Cardoso e Maria Gabriela Knapp, ensinou como fazer uma composteira caseira com minhocas. As composteiras tem importante papel ao  diminuir a quantidade de resíduos orgânicos encaminhados para os aterros, que contabilizam 51% do total de resíduos enviados aos aterros.  O evento contou com a presença e apoio do Instituto Lixo Zero, representados pelo Diretor Executivo Gustavo Rittl e o presidente Rodrigo Sabatini.

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Está chegando a Semana do Lixo Zero Campus 2018

29/10/2018 12:47

Mesas abertas sobre a problemática do plástico, oficina de vermicompostagem e mostra de trabalhos integrarão a Semana do Lixo Zero Campus, que acontecerá aqui na UFSC. Durante os dias 30 e 31 de Outubro ocorrerão diversas atividades pensadas para o questionamento, a informação e possíveis soluções para a quantidade de resíduos produzidos, com foco no plástico. Opções diferentes do descarte, como a compostagem, serão abordadas por meio de oficinas.

Segundo dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), cada habitante de Santa Catarina produz diariamente em média 0,809 Kg. No total, são coletadas  4.346 toneladas, mas apenas aproximadamente 71% desses resíduos são destinados corretamente. Pensando nisso, é importante repensar o uso do plástico e a relação que temos com ele, além da geração de resíduos de um modo geral. Participe conosco!

Confira os palestrantes que falarão nas mesas redondas e oficinas:

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Programação completa aqui e link para a inscrição da oficina de vermicompostagem e das mesas redondas.

 

Conhecendo os projetos sustentáveis da UFSC: HOCCA

26/10/2018 10:20

Luiza Della Giustina / Estagiária de Jornalismo


“Plante comida, não grama”. Esse é um dos lemas da HOCCA, a Horta Orgânica do Centro de Ciências Agrárias da UFSC, localizada no Itacorubi. Ela surgiu pela iniciativa dos próprios estudantes, a partir de um grupo já existente que estudava agroecologia. Em 2016, por meio do edital da PROEX, Pró-reitoria de Extensão, virou um projeto de extensão e atualmente participam um bolsista e voluntários. Conceitos como agricultura urbana, agroecologia e paisagismo comestível e produtivo norteiam o projeto.  

Um dos objetivos principais é a produção de hortaliças sem agrotóxicos para o Restaurante Universitário do CCA. Em média, segundo os organizadores do projeto, um item do bufê por semana ou quinzenalmente do Restaurante Universitário é entregue pela HOCCA. As hortaliças plantadas e entregues ao restaurante são as de ciclo curto como almeirão, alface, rúcula, salsa, cebolinha e temperos. Flores comestíveis e plantas alimentícias não convencionais (PANC’S) como ora-pro-nóbis, capuchinha, vinagreira e outras também estão presentes, assim como algumas árvores frutíferas plantadas nos últimos dois anos. Segundo os organizadores, houveram até tentativas de inserir mais as PANC’s no cardápio do restaurante, mas geralmente o que vai para a mesa são as hortaliças mais comuns.

Como o projeto surgiu sem local específico para a sua implantação, as áreas que atualmente fazem parte da horta são de ocupação dos estudantes, pensando em ocupar espaços ociosos na Universidade. Um desses espaços é atualmente uma área de SAF (Sistema Agroflorestal). A ideia dessa iniciativa é ter em um mesmo local uma combinação de espécies escolhidas que possibilitem um bom uso de recursos como água, luz e ambiente, além de ajudar na recuperação de áreas degradadas, restauração da biodiversidade e produção de alimentos. Desse modo, alimentos são produzidos de maneira ecológica e sustentável, sem o uso de agrotóxicos.

Pensando na sensibilização e integração com a comunidade e acadêmicos, a HOCCA organiza cursos e oficinas. Foram 12 eventos desse tipo até agora, além de visitas guiadas. Segundo os organizadores, cerca de 900 pessoas foram atingidas desde maio de 2016, quando tornou-se oficialmente projeto de extensão.  O público divide-se em escolas, agentes da saúde, turmas de graduação e a comunidade em geral. Quem ministra são alunos quase formados ou que trabalham na área, com prioridade sempre para um homem e uma mulher, buscando trazer a presença feminina dentro da agronomia. Todas as sexta-feiras o projeto também participa da  feira de alimentos orgânicos do CCA, com mudas de ervas aromáticas, flores, plantas ornamentais, PANC’s, espécies arbóreas e nativas. Como a HOCCA tornou-se referência para a comunidade, é comum o pedido de mudas e plantas, por isso existe a possibilidade de troca, ou seja, a pessoa ajuda por um determinado período de tempo e em troca, recebe algumas mudas ou algo de sua preferência.

Para fins de estudo, os alunos participantes relataram benefícios para o aprendizado. “Com esse espaço de prática do conhecimento você pode passar o que você aprendeu ou errar e aprender, na prática. É complicado você produzir para entregar para um restaurante ou entregar uma cesta, são questões que a gente olha nos livros e acha fácil, mas na prática não é bem assim. A prática é bem mais complexa”, diz Tamyres Ferri, aluna da graduação de Agronomia.

Jefferson Mota, um dos organizadores da HOCCA e graduando do curso de Agronomia também salientou a importância do projeto para a sua formação profissional e pessoal. “Eu vim da cidade, então nunca tive terra. Conhecer todas essas plantas e ver elas se desenvolverem, além de perceber como é organizar os colegas para trabalhar em grupo. Tem gente que fica com medo, diz que não sabe nada e que pode estragar, mas faz parte. Nós não chegamos onde chegamos se não soubéssemos agregar, com organização.”

Para arrecadar fundos, estão sendo lançadas camisetas da HOCCA e todas as sextas feiras a tarde acontecem mutirões abertos para o cuidado das hortas. O projeto está no Facebook (HOCCA) e no instagram como @hortaorganicadocca.

 

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Berinjelas orgânicas da HOCCA, plantadas no SAF (Sistema Agroflorestal).

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William Bolzan, Tamyres Ferri e Jefferson Mota, alunos da Agronomia e integrantes da HOCCA.

 

 

 

UFSC Sustentável na SEPEX

23/10/2018 16:24

Luiza Della Giustina / Estagiária de Jornalismo

Aconteceu entre os dias 17 e 19 de outubro a 17ª Sepex, Semana de Pesquisa e Extensão, da UFSC. O objetivo da Semana é reunir e expor os projetos de extensão da universidade, com o tema “Ciência para a Redução das Desigualdades”, pensando em  aproximar o conhecimento produzido dentro da academia com a comunidade.

O UFSC Sustentável contou com um estande na semana e apresentou os projetos desenvolvidos para tornar a Universidade mais sustentável. O programa busca promover a sustentabilidade na Universidade na esfera administrativa, no ensino, pesquisa e extensão, além de reunir em sua plataforma virtual as iniciativas de sustentabilidade da UFSC. Para conscientizar de maneira  dinâmica, tivemos intervenções artísticas com a “Diva da Sustentabilidade”, performada pela bolsista de artes cênicas Ana Gabriela, e jogos educativos para as crianças. Foram expostos alguns dos trabalhos realizados, como o Projeto de Recuperação do Bosque do CFH, a Coleta Seletiva Solidária, o Projeto de Inclusão de critérios sustentáveis nas compras e contratações da própria Universidade e o Plano de Logística Sustentável da UFSC.  Exemplos de produtos sustentáveis foram expostos, exemplificando como esses podem ser incluídos no dia-a-dia. Para incentivar os participantes, foi apresentado uma vermicompostagem caseira, mais conhecido como minhocário. Essa técnica permite a compostagem dos resíduos orgânicos – que representam, em média 50% dos resíduos produzidos individualmente. Também foi construído uma simulação para exemplificar as consequências da falta de mata ciliar e erosão no Bosque do CFH, que foi recuperado por meio de Sistemas Agroflorestais.

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Conhecendo um pouco dos projetos:

  • Projeto de Recuperação Ambiental do Bosque do CFH por meio da implantação de Sistema Agroflorestal (SAF) visa à recuperação e revitalização do solo, fauna e flora da área conhecida como Bosque do CFH através de ações coletivas, como mutirão de limpeza, reativação e manejo agroecológico da horta comunitária e plantio de mudas e espécies nativas para a recuperação da mata ciliar. O projeto é resultado da parceria entre a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, o NEPerma (Núcleo de Estudos em Permacultura), coordenado pelo professor Arthur Nanni, e a Comissão de Revitalização do Bosque do CFH. Mais informações aqui. 

  • Coleta Seletiva Solidária (CSS) é a coleta dos resíduos previamente segregados que são encaminhados às cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis. Ao separar os resíduos, você estará dando a correta destinação para eles, fazendo com que materiais recicláveis sejam inseridos novamente na cadeia de produção e transformados em novos produtos. Por ser coleta seletiva solidária, também gera renda para os catadores e suas famílias, pois os resíduos destinados a esses são triados e comercializados, promovendo geração de emprego. Mais informações aqui. 

 

  • A UFSC, em sintonia com os esforços do Governo Federal para consolidar a política de compra pública sustentável, procura internalizar critérios promotores de desenvolvimento sustentável em suas aquisições e contratações, sem ferir os princípios da economicidade e da competitividade. Neste contexto, foi desenvolvido o projeto: Inclusão de critérios ambientais nas compras e contratações da UFSC, que propõe incluir, nas etapas pertinentes do fluxo de compras, critérios de sustentabilidade além dos econômicos correntes, em todas as modalidades de compras e contratações da UFSC. Para isso, foi criado o Manual de Compras Sustentáveis da UFSC. Para saber mais, clique aqui.

 

 

Palestra sobre a experiência Lixo Zero da Itália

23/10/2018 15:31

A  Semana Lixo Zero está ocorrendo em vários lugares do mundo e tem por objetivo mobilizar o maior número possível de organizações a realizar um evento sobre a temática e conscientizar aquela comunidade a se tornar Lixo Zero.

Aqui na UFSC ocorrerão diversos eventos, um deles ocorre nesta quarta-feira (24.10.2018), organizado pela estudante de Doutorado da Pós Graduação do Direito, Luiza Brezolin.

O quê? Palestra com Enzo Vergalito e Stefano Ambrosini, da Itália

O esgotamentos dos lixões levou a Itália a buscar soluções para o gerenciamento de resíduos. São coletados porta-a-porta, ou seja, em cada residência  há coleta dos resíduos orgânicos, rejeitos e recicláveis. Da Itália para o mundo, eles buscam máximo aproveitamento de resíduos. Venha conhecer a experiência italiana para pensar numa futura legislação para Floripa!

Onde? Auditório Henrique Fontes – CCE, Bloco B.

Quando? 24.10 (quarta-feira) às 9h.

*O evento é aberto ao público e não há necessidade de inscrição.

Ainda na próxima semana ocorrera a  Semana do Lixo Zero da UFSC, que trará mesas redondas, palestras e amostras de trabalhos.

Último dia para o envio de trabalhos para o I Seminário Catarinense de Estudo sobre Reciclagem e Valorização Socioprodutiva de Catadores

15/10/2018 17:25

O I Seminário Catarinense de Estudo sobre Reciclagem e Valorização Socioprodutiva de Catadores acontecerá em breve e convidamos os pesquisadores do tema para a apresentação de trabalhos. Serão aceitos trabalhos técnicos e científicos sobre reciclagem ou sobre catadores de materiais recicláveis. O Seminário acontece paralelamente ao II Encontro Sul-Brasileiro de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis – ENSULMNCR.

Quando? 31 de outubro

Onde? Prédio EFI, na UFSC

A inscrição deve ser feita via formulário e o resumo encaminhado para o e-mail  até o dia 15 de outubro.

Maiores informações em http://lareso.ufsc.br/comunicacao/eventos/i-scervsc/

Apresentação pública do anteprojeto cicloviário na UFSC acontecerá amanhã

15/10/2018 16:53

Amanhã, dia 16 de Outubro, acontecerá a apresentação pública do anteprojeto referente à nova infraestrutura de circulação de bicicletas no Campus Trindade, UFSC. O projeto é vinculado às soluções propostas no Trecho 02 do Projeto Rotas Acessíveis, desenvolvido pelo Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia – DPAE e contará com uma primeira infraestrutura dedicada à circulação de ciclistas dentro do Campus Trindade. O trecho contemplado será da R. Roberto Sampaio Gonzaga entre o acesso ao Campus pela R. Lauro Linhares e a Praça da Cidadania.

O projeto será apresentado pela coordenadora técnica do estudo de implantação do sistema cicloviário no Campus a Engª Carolina Cannella Peña, a Arqª Camila Poeta Mangrich, responsável pelas definições de planejamento do Projeto Rotas Acessíveis e pelo responsável pela elaboração dos projetos executivos,  Arqº Igor Tadeu Lombardi.

Para mais informações, clique aqui.

Quando: 16/10/2018

Horário: a partir das 18h30

Local: Auditório do CFH, no Campus Trindade da UFSC.

Participe! As ciclovias favorecem a mobilidade urbana e o meio ambiente como um todo.

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Convite – Planeta.Doc Conferência

08/10/2018 17:06

Não é mais possível desenvolver dois conjuntos paralelos de medidas, um para responder às necessidades sociais – “salvar a humanidade” – e outro para responder aos danos ecológicos “salvar o planeta”. O objetivo atual é combinar essas duas exigências solidárias nas perspectivas de ação conhecida como socioambiental. A percepção da existência  de limites do planeta, da degradação e dos riscos ecológicos, bem como das consequências humanas dramáticas destas degradações nos força, desde já, a repensar as relações entre sociedade-natureza e a considerar danos ignorados por muito tempo.

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Esse é o objetivo do III Planeta. Doc Conferência, que esse ano abordará oceanos e biodiversidade, junto com alguns dos melhores cases socioambientais de Florianópolis.

Quando?  16 de Outubro de 2018.

Onde?  Auditório Garapuvu – Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

O quê? Serão 35 palestrantes nacionais e internacionais sobre oceanos e biodiversidade e cases socioambientais de Florianópolis. A programação completa estará disponível em breve através do site https://www.planetadoc.com/conferencia-2018/.

Inscrições: O evento é gratuito e para participar basta inscrever-se no site:  https://www.sympla.com.br/planetadoc-conferencia-2018__368816.

O Planeta.Doc Conferência faz parte das ações da Semana Nacional De Ciência e Tecnologia – MCTIC e SEPEX/UFSC – 2018 e da 5ª Edição do Festival Internacional de Cinema Socioambiental PLANETA.doc.

Pensando na importância do tema, o UFSC Sustentável apoia esse projeto. Participe também dessa oportunidade de escutar e motivar-se sobre a questão ambiental!

Ecofonte, uma alternativa mais sustentável

02/10/2018 17:49

Você já imaginou quais são as consequências para a natureza ao imprimir folhas e mais folhas? Quando se discute sobre este assunto, a maioria das pessoas pensa somente no consumo de papel, sem pensar em um dos grandes vilões dessa atividade, a produção e descarte de cartuchos e tonners de tinta. Isso ocorre porque as tintas, presentes nos cartuchos, possuem elementos com elevada toxicidade e facilidade para bioacumulação que, quando descartados, podem causar a contaminação do solo, cursos d’água e lençóis freáticos, criando situações críticas à saúde do homem e ao meio ambiente. Se você pensou que o único problema causado ao imprimir era o ambiental, é bom saber também que o custo da tinta por milímetro pode ser comparado aos perfumes mais caros existentes.

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Muitas vezes não temos outra alternativa, a não ser utilizar a impressora, no entanto, com algumas pequenas mudanças na formatação dos computadores, é possível ter um comportamento ambientalmente responsável e ainda economizar dinheiro. Uma forma bem interessante de economizar nas impressões é a utilização da Ecofonte ou spranq eco sans.Esse tipo de fonte diminui cerca de 20% a utilização de tinta, devido à presença de círculos não preenchidos com tinta dentro dos seus traços, sendo essa diferença ignorada pelo nosso cérebro. Outra vantagem é que, um documento com a Ecofonte, fica automaticamente no modo economia.

Além do mais,trata-se de uma fonte Open Source, isso quer dizer que não possui restriçõs comerciais de uso, podendo ser instalada e modificada por qualquer pessoa. Instale a Ecofonte epadronize para usá-la em todos os seus documentos!

Roteiro para adicionar a ecofont no Windows:

  • Baixar o arquivo da fonte no link a seguir: download
  • Abrir o download e clicar no botão Instalar;
  • Pronto, sua fonte já está pronta para ser utilizada!
    • OBS.: Caso seu computador seja controlado remotamente pelo Setic e solicitar a  autorização do administrador, é necessário ligar para o Setic para realizar a instalação. Fone: 3721-6333.

OBS.: Lembrando que a Ecofonte, tamanho 10, é equivalente à fonte Arial, tamanho 11, e à Times New Roman, 12.

Se você quer configurar a Ecofonte como fonte padrão, siga o procedimento abaixo: 

Microsoft Office:

  • Abra um documento;
  • Abra a janela de Fonte (canto direito inferior);
  • Defina a fonte “Spranq eco sans”, escolha o tamanho que preferir e clique em Padrão, no canto inferior esquerdo;
  • Ao abrir a janela para confirmar a modificação selecione o botão SIM;
  • Pronto, a partir de agora você economizará 20% de tinta em suas impressões!

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Br Office:

  • Abra um novo documento, no menu Ferramentas e clique em Opções;
  • Em seguida, clique no símbolo ‘+’ que aparece em frente ao BrOffice.org Writer;
  • Clique em Fontes Básicas (Ocidentais) e, no campo PADRÃO, selecione a fonte “Spranq eco sans“, o tamanho que preferir e clique em OK.
  • Pronto, os próximos documentos já terão esse padrão.

Fontes: http://www.agu.gov.br/interna/ecofont/index

Atualização em 07/06/2022

Link para download 

Resíduos coletados no Mutirão de Limpeza do Clean Up Day + Semana da Árvore

28/09/2018 11:42

No último sábado (22), aconteceu o mutirão de limpeza em comemoração a Semana da Árvore na UFSC e ao World Clean Up Day, evento que reúne o mundo todo  em prol da limpeza dos ambientes. O mutirão, que reuniu alunos e servidores, foi organizado pelo movimento estudantil UFSC SEM PLÁSTICO, em parceria com a Coordenadoria de Gestão Ambiental UFSC.

A ideia inicial era recolher os resíduos na UFSC inteira, mas devido a grande quantidade desses e o número de pessoas presentes, a limpeza ocorreu somente no Bosque, CFH e estacionamento do CCE. Esse último estava sujo porque na noite anterior tinha acontecido uma festa no local. O mutirão durou cerca de 2h30 e contou com a participação de cerca de 15 pessoas. Foram coletados 33 sacos de lixo. Após a coleta, os resíduos de 80% dos sacos de lixo coletados (27 sacos) foram contabilizados.

Chamou a atenção os resíduos incomuns, como a Impressora e o Pé de cadeira de rodas, mostrando um possível descaso com esses ambientes. Nota-se também que as maiores quantidades são de materiais plásticos, como as embalagens e copos. As bitucas de cigarro também estão presentes em quantidades expressivas.  Abaixo está a listagem completa e o quantitativo dos resíduos encontrados.

ITEM QUANTIDADE ITEM QUANTIDADES
Embalagens plásticas 618 Caco de vidro 21
Garrafas plásticas 437 Lata 33
Copo plástico 812 Lata alumínio grande 3
Isopor 166 Papel 109
Borracha 1 Eletrônico 4
Plástico grande 15 Tecido 53
Sacolas plásticas 451 Roupas 19
Embalagem alumínio/plástico 61 Tinta seca 1
Bituca 713 Cotonete 5
Tampinha 60 Caneta 3
Colher/ garfo plástico 71 Sachês molho 6
Prato plástico 4 Fios elétricos 3
Canudos 45 Placa de note 1
Carteira cigarro 62 Arame metal 3
Isqueiros 5 Pé de cadeira de rodas 1
Papelão 40 Caneca plástico 1
Embalagens papel 123 Plásticos diversos 15
Jornal 13 Madeira 5
Vidro 52 Camisinha 7
Impressora 1 TOTAL 4015

Escrito por Luiza Della Giustina/ Estagiária de Jornalismo da Coordenadoria de Gestão Ambiental UFSC

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Ponto de coleta de esponjas usadas na UFSC

25/09/2018 17:58

Luiza Della Giustina / Estagiária de Jornalismo

A UFSC, a partir de uma iniciativa estudantil, já tem seu ponto de coleta de esponjas usadas. As esponjas doadas são revertidas em recursos para entidades sem fins lucrativos ou escolas.

Uma marca de esponjas, em parceria com a Terracycle criou o Programa Nacional de Reciclagem de esponjas de uso doméstico. Ele disponibiliza coletores para arrecadação de esponjas que serão posteriormente recicladas. Além disso, pode-se reverter os produtos entregues em doações. Desde sua existência, já foram arrecadadas 1.006.375 unidades em 117 pontos, totalizando R$ 28.056,26 doados.

Para participar do projeto, os interessados se cadastram no site e enviam gratuitamente as esponjas, que podem ser de qualquer marca, para a Terracycle, revertendo cada unidade em R$0,02 de doações para uma entidade sem fins lucrativos ou escolas. Para pontuar, as caixas devem ter no mínimo 500 gramas de produtos, ou seja, quase 60 unidades (8,5g cada).

A pós-doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental, Elisângela Schneider teve a iniciativa de colocar um ponto de coleta no prédio da Engenharia Sanitária e Ambiental na UFSC. Ela participa do programa por meio da coleta e envio das esponjas para a Terracycle, empresa responsável pelo encaminhamento dos resíduos. Conversei um pouco com ela sobre sua motivação, como está a iniciativa e a importância da comunidade universitária se envolver em ações para a promoção da sustentabilidade.

Luiza: O que te motivou a recolher as esponjas?

Elisângela: A minha motivação é que toda ação conta no intuito de melhorar o mundo onde vivemos, principalmente em relação ao meio ambiente.

L: Você leva as esponjas coletadas na UFSC para os centros de coleta deles?

E: Eu envio pelo correio para eles.

L: E você faz isso vinculada a algum projeto, laboratório ou núcleo ou é iniciativa sua?

E: Isso é iniciativa minha mesmo, mas como sou Pós-Doc do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental, acaba que faz todo sentido.

L: O valor é revertido para uma instituição, certo? É uma da sua escolha ou a empresa que escolhe?

E: Isso mesmo. A gente pode escolher.

L: E para qual você destina ou pensa em destinar?

E: Como eu ainda não enviei nenhuma caixa, precisa de uma quantidade boa de esponjas, ainda não defini para qual instituição. A princípio a minha ideia era ajudar o Seove (Sociedade Espírita Obreiros Vida Eterna) no Campeche.

L: Qual é a quantidade de esponjas que é necessário para realizar uma primeira doação?

E: Tem que ter pelo menos 500g na embalagem e cada esponja tem aproximadamente 8,5g.

L: Quantas esponjas têm até agora?

E: Já consegui coletar 30. Até agora não houve muita adesão…Estou pensando em colocar outros pontos de coleta na UFSC.

L: Como você vê essas iniciativas na UFSC e no próprio ambiente acadêmico?

E: Eu acho que a universidade também existe para auxiliar a comunidade como um todo. Por exemplo com este tipo de iniciativa. Mas o que eu vejo às vezes é que pessoas que estão cursando engenharia sanitária e ambiental não se preocupam com coisas pequenas, mas tão relevantes para o meio ambiente,
como separar o lixo reciclável, usar somente o mínimo necessário de papel toalha no banheiro , apagar a luz ao sair e tantos outros exemplos. Me parece que falta empatia das pessoas para tornar o mundo melhor. Tanto falam de corrupção, mas são incapazes de jogar seu lixo no local correto.

L: Você julga importante a universidade estar envolvidas em ações que não estão diretamente ligadas ao conhecimento acadêmico?
E: Com certeza, senão não faz sentido fazer pesquisa se não pode ser aplicado na melhoria do mundo onde vivemos.

O posto de coleta está localizado no primeiro andar do prédio da Engenharia Ambiental e Sanitária, no Centro Tecnológico, em cima do coletor da Coleta Seletiva no da UFSC.

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Qual a importância do descarte correto das esponjas?

As buchas sintéticas (esponjas) são feitas de um tipo de plástico chamado poliuretano. Ele tem como característica a rigidez, ou seja, não amolece nem mesmo com o calor. Por isso, esse tipo de plástico é de difícil reciclagem, mas existe a possibilidade de reutilizar os rejeitos desse produto, na composição de pisos ou pistas de atletismo, entre outros.
Mas é difícil encontrar um local que aceite esse material para a reciclagem, porque ele costuma vir contaminado e a descontaminação costuma ser cara. Outro problema associado ao poliuretano é o dano que ele pode causar à saúde. Infelizmente, é muito comum que as pessoas descartem as esponja de cozinha no lixo comum, fazendo com que elas parem nos lixões e aterros e prejudicando o meio ambiente

Fonte: ttps://www.ecycle.com.br/component/content/article/57-plastico/200-o-que-fazer-com-a-esponja-de-cozinha.html

Mais informações sobre o projeto no site https://www.scotch-brite.com.br/3M/pt_BR/scotch-brite-br/terracycle/

 

 

Envelopes Vai-Vem já estão disponíveis no Almoxarifado

25/09/2018 15:51

Mandar documentos por meio de envelopes é um hábito comum dentro do meio acadêmico ou  nos setores administrativos da Universidade. Eles protegem os papéis e também servem para organizar melhor o que será enviado, mas se pensarmos bem, será que não usamos mais que o necessário?

Além dos gastos com impressão, há o impacto ambiental dos papéis. Contudo,  existem diversas alternativas a sua utilização. A internet é uma ótima ferramenta, ela permite a utilização de e-mails, compartilhamento de arquivos ou até mesmo o envio de mensagens. Ou seja, é  melhor financeiramente e também  para o meio ambiente. Porém, naquelas ocasiões em que  realmente for necessário utilizar o envelope, que tal aderir aqueles que são reutilizáveis?

Ele tem vários nomes, como reutilizável e vai-vem, mas é como um envelope grande normal. A diferença é que, no seu verso, existe uma tabela com o remetente, destinatário e datas, o que o possibilita ser usado 30 vezes. Para isso, basta preencher as informações solicitadas e riscar o nome acima, que corresponde ao uso anterior. Alguns cuidados devem ser tomados para permitir a sua reutilização, como tirar os grampos e clips cuidadosamente para não rasgar o papel.

Os envelopes  desse tipo já estão disponíveis no Almoxarifado da UFSC e podem ser requisitados via solicitação digital para o Almoxarifado Central (CAC/DCOM/PROAD).  O Memorando oficial com as instruções para a requisição desse tipo de envelope está disponível aqui.

 

 

Mutirão no Bosque do CFH reúne alunos e comunidade

24/09/2018 15:17

Luiza Della Giustina / Estagiária de Jornalismo

Neste sábado, 22 de setembro, em comemoração ao dia da árvore, a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC (CGA) em parceria com o Núcleo de Permacultura da UFSC (NEPerma), Sala Verde, Escoteiros e Centro de Filosofia e Ciências Humanas promoveu mutirão de recuperação do bosque do CFH. O evento durou em torno de 3 horas e teve bastante adesão da comunidade acadêmica, com a participação de em torno de 20 pessoas .  

O que foi feito:

  • Manutenção da horta mandala na área central do bosque, com o plantio de espécies hortaliças como ervilhaca e nabo-forrageiro.
  • Reestruturação dos canteiros ao lado do observatório. Em um deles foi feito o plantio de ervas medicinais e aromáticas, com sementes de erva cidreira, orégano, manjericão, pimenta, amor-perfeito, camomila, arruda e hortelã. O outro foi reorganizado de maneira a se evitar o ravinamento, processo erosivo que leva a formação de depressões no solo devido à forte passagem de água.
  • Reorganização da composteira. Ela recebe material do manejo das áreas verdes do próprio bosque e da UFSC.
  • Plantio de 3 mudas em áreas especialmente selecionadas do bosque, de acordo com a característica de cada planta. Uma delas foi a canela-preta, espécie ameaçada de extinção. Durante a semana serão plantadas outras 27 mudas de espécies preferencialmente nativas do Brasil, tais como o araçá e pata-de-vaca.

O bosque é um grande exemplo de sustentabilidade, com parte dele sendo legalmente considerado área de proteção permanente (APP). Contudo, para que isso permaneça, é importante o envolvimento de toda comunidade. O cuidado e a preservação são indispensáveis, envolvendo ações simples como não jogar lixo no local e também a participação de mutirões de manejo da área.

Um pouco mais sobre o projeto de recuperação do Bosque do CFH

O projeto de Recuperação Ambiental do Bosque do CFH por meio da implantação de Sistema Agroflorestal (SAF) visa à recuperação e revitalização do solo, fauna e flora da área conhecida como Bosque do CFH através de ações coletivas, como mutirão de limpeza, reativação e manejo agroecológico da horta comunitária e plantio de mudas e espécies nativas para a recuperação da mata ciliar.

Para o planejamento e execução do Projeto, contido no seu  plano de manejo, utilizam-se conhecimentos tradicionais da permacultura e agroecologia, como a implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs). Os SAFs são sistemas de uso de terras onde espécies arbóreas e arbustivas são associadas com cultivos agrícolas, objetivando otimizar as interações ecológicas do sistema de modo eficaz, na ciclagem de nutrientes, na otimização do uso do espaço e recurso, na diminuição dos riscos de degradação, possuindo um elevado potencial para o controle da erosão através da cobertura do solo, pelas copas e matéria orgânica depositada.

O projeto é resultado da parceria entre a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, o NEPerma (Núcleo de Estudos em Permacultura), coordenado pelo professor Arthur Nanni, e a Comissão de Revitalização do Bosque do CFH.

Equipe responsável:

A coordenação geral do projeto é realizada pelo Prof. Dr. Arthur Nanni (NEPerma), contando com a participação dos estudantes de graduação Melina Mucilo (Ciências Biológicas), Luiz Leal (Geografia) e Amanda Vita (Geografia), e da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, representada por Allisson Castro (Biólogo) e Gabriela Mota Zampieri (Administradora).

 

Semana da árvore na UFSC

O evento veio pra fechar a semana de ações referentes ao dia da árvore, que teve diversas ações de conscientização. Para alertar o consumo de papel e o cuidado com as árvores, foram colocadas cortinas com folhas em cada centro de ensino trazendo informações quanto ao seus respectivos consumos de papel e placas sobre a importância das árvores espalhadas no campus. Para trazer alternativas sustentáveis e conhecimento das plantas, foram promovidas oficinas como a de ecocaderno e a caminhada “caminho das plantas”, organizada pela Sala Verde. Por fim, para chamar a atenção da UFSC como um todo, foram colocadas caixas de resmas de papel representando o volume de papel consumido em 2017 pela UFSC, no hall da reitoria I.

Os mutirões ocorrem todas as sextas-feiras às 09:00, sendo abertos à toda a comunidade local. O ponto de encontro é na área central do bosque. Para saber mais:

www.facebook.com/projetobosquecfh

http://gestaoambiental.ufsc.br/projeto-bosque/

http://permacultura.ufsc.br/bosque-de-cfh-uma-sala-de-aula-viva/