Envelopes Vai-Vem já estão disponíveis no Almoxarifado

25/09/2018 15:51

Mandar documentos por meio de envelopes é um hábito comum dentro do meio acadêmico ou  nos setores administrativos da Universidade. Eles protegem os papéis e também servem para organizar melhor o que será enviado, mas se pensarmos bem, será que não usamos mais que o necessário?

Além dos gastos com impressão, há o impacto ambiental dos papéis. Contudo,  existem diversas alternativas a sua utilização. A internet é uma ótima ferramenta, ela permite a utilização de e-mails, compartilhamento de arquivos ou até mesmo o envio de mensagens. Ou seja, é  melhor financeiramente e também  para o meio ambiente. Porém, naquelas ocasiões em que  realmente for necessário utilizar o envelope, que tal aderir aqueles que são reutilizáveis?

Ele tem vários nomes, como reutilizável e vai-vem, mas é como um envelope grande normal. A diferença é que, no seu verso, existe uma tabela com o remetente, destinatário e datas, o que o possibilita ser usado 30 vezes. Para isso, basta preencher as informações solicitadas e riscar o nome acima, que corresponde ao uso anterior. Alguns cuidados devem ser tomados para permitir a sua reutilização, como tirar os grampos e clips cuidadosamente para não rasgar o papel.

Os envelopes  desse tipo já estão disponíveis no Almoxarifado da UFSC e podem ser requisitados via solicitação digital para o Almoxarifado Central (CAC/DCOM/PROAD).  O Memorando oficial com as instruções para a requisição desse tipo de envelope está disponível aqui.

 

 

Mutirão no Bosque do CFH reúne alunos e comunidade

24/09/2018 15:17

Luiza Della Giustina / Estagiária de Jornalismo

Neste sábado, 22 de setembro, em comemoração ao dia da árvore, a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC (CGA) em parceria com o Núcleo de Permacultura da UFSC (NEPerma), Sala Verde, Escoteiros e Centro de Filosofia e Ciências Humanas promoveu mutirão de recuperação do bosque do CFH. O evento durou em torno de 3 horas e teve bastante adesão da comunidade acadêmica, com a participação de em torno de 20 pessoas .  

O que foi feito:

  • Manutenção da horta mandala na área central do bosque, com o plantio de espécies hortaliças como ervilhaca e nabo-forrageiro.
  • Reestruturação dos canteiros ao lado do observatório. Em um deles foi feito o plantio de ervas medicinais e aromáticas, com sementes de erva cidreira, orégano, manjericão, pimenta, amor-perfeito, camomila, arruda e hortelã. O outro foi reorganizado de maneira a se evitar o ravinamento, processo erosivo que leva a formação de depressões no solo devido à forte passagem de água.
  • Reorganização da composteira. Ela recebe material do manejo das áreas verdes do próprio bosque e da UFSC.
  • Plantio de 3 mudas em áreas especialmente selecionadas do bosque, de acordo com a característica de cada planta. Uma delas foi a canela-preta, espécie ameaçada de extinção. Durante a semana serão plantadas outras 27 mudas de espécies preferencialmente nativas do Brasil, tais como o araçá e pata-de-vaca.

O bosque é um grande exemplo de sustentabilidade, com parte dele sendo legalmente considerado área de proteção permanente (APP). Contudo, para que isso permaneça, é importante o envolvimento de toda comunidade. O cuidado e a preservação são indispensáveis, envolvendo ações simples como não jogar lixo no local e também a participação de mutirões de manejo da área.

Um pouco mais sobre o projeto de recuperação do Bosque do CFH

O projeto de Recuperação Ambiental do Bosque do CFH por meio da implantação de Sistema Agroflorestal (SAF) visa à recuperação e revitalização do solo, fauna e flora da área conhecida como Bosque do CFH através de ações coletivas, como mutirão de limpeza, reativação e manejo agroecológico da horta comunitária e plantio de mudas e espécies nativas para a recuperação da mata ciliar.

Para o planejamento e execução do Projeto, contido no seu  plano de manejo, utilizam-se conhecimentos tradicionais da permacultura e agroecologia, como a implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs). Os SAFs são sistemas de uso de terras onde espécies arbóreas e arbustivas são associadas com cultivos agrícolas, objetivando otimizar as interações ecológicas do sistema de modo eficaz, na ciclagem de nutrientes, na otimização do uso do espaço e recurso, na diminuição dos riscos de degradação, possuindo um elevado potencial para o controle da erosão através da cobertura do solo, pelas copas e matéria orgânica depositada.

O projeto é resultado da parceria entre a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, o NEPerma (Núcleo de Estudos em Permacultura), coordenado pelo professor Arthur Nanni, e a Comissão de Revitalização do Bosque do CFH.

Equipe responsável:

A coordenação geral do projeto é realizada pelo Prof. Dr. Arthur Nanni (NEPerma), contando com a participação dos estudantes de graduação Melina Mucilo (Ciências Biológicas), Luiz Leal (Geografia) e Amanda Vita (Geografia), e da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, representada por Allisson Castro (Biólogo) e Gabriela Mota Zampieri (Administradora).

 

Semana da árvore na UFSC

O evento veio pra fechar a semana de ações referentes ao dia da árvore, que teve diversas ações de conscientização. Para alertar o consumo de papel e o cuidado com as árvores, foram colocadas cortinas com folhas em cada centro de ensino trazendo informações quanto ao seus respectivos consumos de papel e placas sobre a importância das árvores espalhadas no campus. Para trazer alternativas sustentáveis e conhecimento das plantas, foram promovidas oficinas como a de ecocaderno e a caminhada “caminho das plantas”, organizada pela Sala Verde. Por fim, para chamar a atenção da UFSC como um todo, foram colocadas caixas de resmas de papel representando o volume de papel consumido em 2017 pela UFSC, no hall da reitoria I.

Os mutirões ocorrem todas as sextas-feiras às 09:00, sendo abertos à toda a comunidade local. O ponto de encontro é na área central do bosque. Para saber mais:

www.facebook.com/projetobosquecfh

http://gestaoambiental.ufsc.br/projeto-bosque/

http://permacultura.ufsc.br/bosque-de-cfh-uma-sala-de-aula-viva/ 

 

Dia Mundial sem carro

21/09/2018 10:39

Luiza Della Giustina / Estagiária de Jornalismo

Não é nenhuma novidade que o carro é amplamente usado pela população mundial, muito menos que seu uso desmedido impacta social e ambientalmente toda a sociedade. Parar completamente de usá-los parece impossível, mas mudar os hábitos que envolvem esse meio de transporte está ao alcance de todos e pode gerar mudanças positivas.

Por que usamos tanto os carros?

O surgimento dos automóveis data o período da Revolução Industrial gerou uma mudança de paradigma no qual a sociedade estava inserida. A crença no progresso e na evolução da tecnologia tomou conta do pensamento da época. Fábricas, chaminés e fumaça eram símbolos de avanços tecnológicos e, portanto, o progresso da sociedade. Esse tipo de visão, que para nós atualmente chega ser estranho, predominou por muito tempo, até os danos causados ao meio ambiente serem notados e estudados. Antes disso, os impactos ambientais das nossas escolhas não eram questionados, de maneira que não se pensava em desmatamento, poluição e demais agressões ao meio ambiente.

A questão econômica também influenciou na situação, fazendo com que os transportes públicos no Brasil, por serem menos recompensadores economicamente, não recebam o mesmo investimento que montadoras e empreiteiras. Desse modo, a supremacia dos automóveis prevaleceu. Segundo dados da IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) a frota circulante no Brasil é de 65,8 milhões de veículos. Desse número, 41,2 milhões são automóveis (62,65%), 7 milhões são comerciais leves (10,67%), 2 milhões são caminhões (3,09%), 376,5 mil são ônibus (0,57%) e 15,1 milhões são motocicletas (23,01%). Junto com isso, a mobilidade e o planejamento urbano também não são propícios para os usos alternativos, mas existem possibilidades de mudanças.

Alternativas boas para o bolso, para o trânsito e para o planeta

Cartaz-Dia-Mundial-Sem-Carro

Bicicletas, ônibus ou ir caminhando, são as alternativas mais conhecidas. Contudo existem também aplicativos e grupos que possibilitam caronas. Alguns deles são:

– BlaBlaCar: mais utilizado para viagens intermunicipais, o aplicativo permite que você pesquise umaviagem de acordo com o ponto de partida e o destino final. Os custos da viagem são divididos entre os passageiros, mas geralmente são acessíveis. Existe a possibilidade de avaliar os usuários após a viagem, trazendo mais segurança pra quem vai acessar o serviço.

– Grupo no Facebook Carona CERES: grupo público onde os usuários oferecem caronas de acordo com o trajeto que percorrerão. Não existe intermédio de nenhum aplicativo ou empresa, sendo responsabilidade de cada um acertar valores e combinar a carona.

– Carona direta: esse aplicativo para android permite que os usuários selecionem a opção “motorista ou passageiro” e planejem suas rotas. Por segurança, tem a possibilidade de ver perfil e avaliação dos usuários.

Além dessas, tem a opção de combinar caronas com pessoas que trabalham, moram ou estudam per

to de você. Além de ser mais rentável, diminui o trânsito e a poluição nas cidades.