Palestra Lei de Biodiversidade

18/11/2019 16:54

A Pró-Reitoria de Pesquisa – UFSC tem o prazer de convidá-los para a comunicação mencionada abaixo na imagem, na qual o analista ambiental do IBAMA, Bruno Barbosa, versará sobre a Lei de Biodiversidade. O tema ainda abordará o sistema SISGEN, entre outros aspectos que competem ao Ibama, e que são relevantes para a produção acadêmica brasileira.

A palestra está ligada à Sepex 2020, que ocorrerá em abril, e à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Será providenciada certificação aos participantes, aguardamos a sua presença, cordialmente.

O quê? Palestra sobre a Lei de Biodiversidade

Quando? 28 de novembro, quinta-feira, às 14:00

Onde? Auditório Henrique Fontes, bloco B, CCE

Quem? Bruno Barbosa, analista ambiental, representando o Ibama – SC

Clique aqui para acessar o evento no Facebook e para maiores informações.

Palestra sobre Biodiversidade

Enactus UFSC Florianópolis

18/11/2019 16:48

Por Évelyn Cazão / Estagiária de Jornalismo 

enactus ufsc florianópolis

Em março de 2017 surgiu a Enactus na Universidade Federal de Santa Catarina. O nome vem de uma junção das iniciais em inglês da frase: entrepreneurial action for others creates a better world for all of us; que significa “ação empreendedora para os outros cria um mundo melhor para todos nós“.

Para o projeto Enactus ser realizado é necessário um vínculo com a Universidade, com a Instituição Acadêmica, além de ser cadastrado na Enactus Brasil e Enactus Mundial. A Enactus na UFSC surgiu com a professora Patrícia Fonseca Ferreira Arienti, do CSE, com a função de coordenadora do projeto; e a primeira constituição foi formada por alunos da Universidade que não se conheciam e se encontraram pela primeira vez dentro do projeto. Bruno Borges, vice-presidente da atual gestão, destaca a importância para os alunos de assumir responsabilidades na gestão Enactus.

Segundo a atual presidente Gabriela Vardanega e o vice-presidente Bruno Borges, o principal objetivo do projeto é impactar vidas, melhorando a qualidade de vida de todas as pessoas que participam dos processos. Bruno ainda destacou que as ações são desenvolvidas com às comunidades e não para às comunidades, desta forma, é importante que as pessoas que estão envolvidas façam parte de todo o processo de criação, estruturação, das ideias e dos propósitos das ações. “Queremos que a comunidade tenha senso de pertencimento, ou seja, que ela construiu aquilo que está sendo realizado, que ela construiu esse projeto, ela que idealizou”, esclarece o atual vice-presidente.

Para toda a atual gestão é importante que haja esse senso de pertencimento, porque por meio dele cria-se a sustentabilidade, e a sustentabilidade faz com que eles não precisem mais da Enactus. Sendo assim, o objetivo final do programa é que a comunidade saiba  todos os passos que precisam ser dados para que eles continuem sozinhos depois.

 

Talvez Obra Enactus

Foto: arquivos Enactus UFSC Florianópolis

A Enactus possui três pilares fundamentais e que sempre estão presentes em suas ações, o social, o econômico e a ambiental, “claro, nenhum dos nossos projetos deve impactar negativamente o meio ambiente, ele precisa gerar economia, aumentar o lucro daquela comunidade e ser um projeto social; um projeto para eles e deles” explicou Gabriela Vardanega.

Um dos projetos que mais tem ganhado visibilidade dentro da Enactus/UFSC, é o projeto Ecovassoura, ele surgiu da possibilidade de reciclar garrafas pets e criar uma vassoura ecológica. Ela acaba sendo um pouco mais barata que a vassoura convencional que se encontra em mercados e etc.

A comunidade utiliza as garrafas PET e depois utilizando uma máquina para cortá-las é possível confeccionar às ecovassouras; “um dos viés (sic) do projeto seria talvez entrar em contato com órgãos que utilizam vassouras para fazerem limpeza de ruas, de casas, para trocarem essa vassoura convencional pela vassoura ecológica.” complementa Gabriela.

 

Ecovassoura Enactus

Foto: arquivos Enactus UFSC Florianópolis

Ainda de acordo com Gabriela, a Enactus chega, vê a demanda da comunidade, mas nem sempre a comunidade tem um problema e uma solução, às vezes tem muitos problemas, mas com base nos três pilares a Enactus tenta resolver todos eles.

 

Equipe Enactus

Foto: arquivos Enactus UFSC Florianópolis

Para obter mais informações sobre a Enactus, acesse os endereços abaixo:

http://enactus.ufsc.br/

https://www.facebook.com/enactus.ufsc/

https://www.instagram.com/enactus.ufsc/

UFSC e Nissan testam reaproveitamento de baterias usadas do LEAF em iluminação

18/11/2019 11:33

Por Évelyn Cazão / Estagiária de Jornalismo

Carros elétricos são uma aposta certa para um futuro com menos uso de combustíveis fósseis, e o meio ambiente agradece. Mas por outro lado podem representar uma nova ameaça, já que as baterias desses carros, além de serem o componente mais caro desse tipo de veículo, também são compostas de metais e químicas com potencial de prejudicar o meio ambiente.

O que fazer com as baterias usadas?

Nissan e UFSC

Foto: Marcelo Machado de Melo/ND.

Está em teste no laboratório de Fotovoltaica da UFSC, no Sapiens Parque, em Florianópolis, uma solução para dar uma segunda vida às baterias usadas por carros elétricos.

No último dia 02 de outubro, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em parceria com a montadora Nissan Motor Company, testaram o uso de baterias de segunda vida do carro elétrico LEAF para armazenar energia solar em postes de luz (que são equipados com painel solar fotovoltaico).

O projeto começou a ser desenvolvido em 2018, através de um memorando de entendimento assinado pela Universidade e pela montadora; onde visa estudar soluções futuras para as baterias usadas em carros elétricos e na possibilidade dos acumuladores descartados levarem luz a locais sem rede pública.

Com o foco de testar os postes de luz solar, que são compostos por painéis solares no topo e baterias do LEAF na base, foram instalados cinco destes no pátio do laboratório de fotovoltaica da UFSC para saber a potência da iluminação gerada por eles. Uma das grandes apostas do estudo é que no futuro esse tipo de poste possa ser uma solução de levar energia para as regiões não atendidas pela rede tradicional.

Acordo Nissan e UFSC

Marco Silva, presidente da montadora no Brasil comenta sobre a posição da empresa em relação às baterias LEAF, “o compromisso da Nissan vai além de vender o LEAF, temos o objetivo de incentivar as pesquisas e desenvolver o ciclo completo de vida do carro elétrico.”

Recentemente a Nissan cedeu três novos conjuntos de baterias da primeira geração do LEAF para o estudo na UFSC; o modelo chegou a circular no Brasil como viatura policial e em frotas de táxis. Juntamente com outros seis cedidos anteriormente pela empresa, a universidade agora conta com nove para o estudo, por sua vez, cada conjunto conta com 48 acumuladores de energia.

Os postes não utilizam cabos ou tomadas, desta forma, eles funcionam 100% independente do sistema de energia elétrica principal; só são alimentados pela energia solar.

Demonstração Nissan e UFSC

Demonstração mostra a capacidade das baterias usadas de veículos elétricos em aplicações do dia a dia. (Foto: Pipo Quint/Agecom/UFSC)

Para mais informações, acesse: https://noticias.ufsc.br/2019/09/ufsc-e-nissan-testam-baterias-de-modelo-eletrico-para-armazenar-energia-em-postes-de-luz-solar/