UFSC Sustentável
  • UFSC implementa novo regramento para coleta seletiva em setores administrativos, laboratórios de informática e salas de monitoria no campus de Florianópolis

    Foi publicada, no dia 19 de setembro de 2024, a portaria normativa que estabelece diretrizes obrigatórias para a implantação da coleta seletiva em setores administrativos, laboratórios de informática e salas de monitoria do campus de Florianópolis. A medida visa aumentar a taxa de reciclagem, que atualmente está em 4% do seu potencial. 
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  • Curso: Do Campo à Cozinha: Oficinas culinárias práticas

    Curso: Do Campo à Cozinha: Oficinas culinárias práticas para promoção da alimentação saudável e sustentável com famílias participantes de uma rede alimentar alternativa da grande Florianópolis (SC).

    A Pró-reitoria de Extensão oferece oficinas culinárias gratuitas. As atividades fazem parte do curso “Do Campo à Cozinha”, que tem como objetivo promover a alimentação saudável e sustentável entre os participantes de redes alimentares alternativas da região de Florianópolis.
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  • Curso: Gestão e Gerenciamento de Resíduos Perigosos na UFSC

    WhatsApp Image 2024-09-11 at 11.04.53A Coordenadoria de Gestão Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) oferece curso de capacitação destinado a técnicos administrativos em educação (TAE) e professores que lidam com resíduos químicos e infectantes. O curso “Gestão e Gerenciamento de Resíduos Perigosos na UFSC” ocorrerá entre os dias 30 de setembro e 29 de outubro de 2024.

    A capacitação é dividida em quatro módulos, que ocorrerão semanalmente:
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  • Semana de Acolhimento da Sala Verde da UFSC

    No final do mês de agosto, a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC realizou a Semana de Acolhimento 2024.2, proporcionando uma série de oficinas, palestras e atividades voltadas para a promoção da sustentabilidade e a conscientização ambiental entre os estudantes e a comunidade externa.
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  • Semana da Árvore UFSC 2024

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  • Relatório de Energia 2023 da UFSC

    O Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE) publicou o Relatório de Energia 2023 da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que oferece uma visão detalhada sobre o uso de energia elétrica na instituição ao longo do ano. O documento cobre aspectos como consumo, custos, demanda de potência e eventos contratuais nas unidades consumidoras da UFSC. Com isso, a universidade busca fornecer transparência e clareza sobre o uso dos recursos energéticos em todos os seus campi.

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    Fonte: iSotk

    O relatório também inclui uma análise das ocorrências contratuais e dos fatores que influenciaram o perfil de consumo e os custos das unidades consumidoras, apresentando dados mensais detalhados para os campi de Florianópolis, Curitibanos, Araranguá, Joinville e Blumenau. Essas análises permitem comparações com os valores registrados nos últimos cinco anos.

    Em 2023, a equipe responsável pela fiscalização do contrato de energia, em parceria com a CELESC, monitorou o consumo de 85 unidades consumidoras, resultando em um consumo total de 23,7 GWh, com um custo estimado de R$ 15,9 milhões. Comparado ao ano anterior, houve um aumento de aproximadamente 15% no consumo e 10% nos custos de energia, reflexo do retorno pleno das atividades presenciais na UFSC, o parcelamento de faturas do ano anterior e uma curva de temperaturas atípicas.

    Para mais detalhes sobre o contrato de energia da UFSC e as atividades de fiscalização realizadas, acesse aqui o relatório completo e fique por dentro das principais ocorrências e da composição das despesas energéticas da universidade.


  • Sistema de Compartilhamento de Bicicletas Elétricas na UFSC

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    Estação 35 – Praça Cidadania. Fonte: DPAE, 2024

    O sistema de compartilhamento de bicicletas elétricas já está disponível para a comunidade acadêmica no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
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  • “UFSC Sustentável” lança mascotes para promoção da educação ambiental na Universidade

    O programa UFSC Sustentável apresenta seus novos mascotes: Gigi, a Gambá; Cora, a Coruja; e Alê o Jacaré. Desenvolvidos pela equipe da Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA/GR) com a colaboração da comunidade universimascites-removebg-previewtária, esses personagens foram criados para tornar a educação ambiental universitária mais envolvente e efetiva, aproximando a comunidade das questões relacionadas à sustentabilidade.
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  • Implantação da 3ª fase da coleta seletiva da UFSC

    A UFSC está dando um novo passo no gerenciamento dos seus resíduos com o lançamento da terceira fase da coleta seletivimagem coleta seletivaa. Desde seu início em 2017, com a instalação de coletores de recicláveis e rejeitos nos halls dos Centros, a coleta seletiva solidária da universidade tem promovido a adequada separação dos resíduos com sua destinação a cooperativas de catadores. Em 2019, a iniciativa foi ampliada com o incentivo da implantação de duplas de lixeiras em salas administrativas e laboratórios de informática. Desde então, a UFSC já encaminhou 106 toneladas de resíduos para reciclagem. Contudo, esse volume representa apenas 4% do potencial total da universidade.
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  • Semana de Acolhimento Sala Verde

     

    A Sala Verde da UFSC está organizando a  Semana de Acolhimento à Comunidade. Serão sete atividades socioambientais que dialogam com os eixos temáticos relacionados à cultura popular, sustentabilidade e bem-estar individual ao coletivo. Reafirmando nosso compromisso universitário com a construção de um espaço coletivo e acolhedor, a partir da troca de saberes e práticas individuais/coletivas que contribuem com a transformação social igualitária do meio ambiente.

    As atividades são gratuitas e abertas a toda comunidade interna e externa à UFSC.

    Para participar das atividades e receber certificado é necessário fazer sua inscrição. Inscrições e mais informações podem ser encontradas no aqui.

     


  • Participe com um Projeto – Selo ODS EDU

    selo ODSAs inscrições para o Selo ODS EDU 2024 estão abertas até 30 de setembro. Toda comunidade universitária que tenha projetos alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) pode submeter seu projeto.

    O Selo ODS EDU é uma certificação que visa estimular a participação efetiva das instituições de ensino no alcance das metas da Agenda 2030. Por meio de uma tecnologia social de reconhecimento de boas práticas e de soluções desenvolvidas pelas instituições participantes, busca-se engajar a comunidade universitária na elaboração de práticas sustentáveis para um mundo mais justo e inclusivo. Para saber mais sobre o selo acesse o site.

    Os critérios para certificação das instituições de ensino são: a) apresentar impacto no ODS; b) apresentar iniciativas sociais com impacto interno; c) apresentar iniciativas sociais com impacto externo; d) comprovar um evento sobre ODS – (espaço de discussão, grupo de estudo, seminário, workshop, palestra, aula)

    Em 2023, quatro projetos da UFSC foram inscritos e cumpriram os requisitos, recebendo o Selo ODS EDU. No entanto, é importante destacar que muitas outras iniciativas da UFSC, alinhadas aos ODSs, poderiam ter sido reconhecidas caso tivessem sido inscritas.

    Para o cadastro é necessário acessar a plataforma. Para tanto deve-se solicitar acesso enviando nome completo, telefone e e-mail para A CGA/GR realizará o cadastro no sistema, onde será gerada uma senha de acesso independente para o participante, permitindo o cadastro do projeto. Na própria plataforma há um assessor que ajuda com as dúvidas

    Para os interessados em aprender a utilizar o sistema e o que é necessário para cadastrar na plataforma, haverá uma live com tira dúvidas no dia 30 de agosto ás XX h pelo link,.

    Qualquer dúvida  encaminhar e-mail para ou pelo telefone: (48) 3721-6107.


  • Remoção ambientalmente adequada de ninhos de caturritas no CDS

    Em maio de 2024, de maneira ambientalmente correta e bem planejada, foram removidos os ninhos de caturritas que estavam afetando a iluminação no Centro de Desportos (CDS) da UFSC. Embora tenha sido um processo demorado,  todas as etapas percorridas foram essenciais  para garantir a conformidade com a legislação ambiental e o bem estar e integridade dos animais.

    Caturritas

    A Caturrita (Myiopsitta monachus) é uma espécie de periquito robusto, caracterizada por sua coloração verde com nuances de azul, cabeça e pescoço acinzentados, faixas brancas no peito e bico amarelo. Essas aves preferem ha

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    Fonte: Wikipedia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Myiopsitta_monachus)

    bitats abertos como campos e áreas urbanas, onde utilizam árvores altas e estruturas como postes e torres para nidificação, construindo ninhos de gravetos que servem não apenas para a reprodução, mas também como abrigo contínuo para o casal. Esta é a única espécie de Psitacídeo conhecida que faz ninho desta maneira.

    A construção dos ninhos assemelha-se a uma chaminé, feita de galhos secos, folhas e até mesmo arames encontrados em ambientes urbanos. Essa espécie é conhecida por formar colônias de 4 a 8 casais próximos uns dos outros.

    Um exemplo de pressão urbana sobre fauna silvestre

    A adaptação a ambientes urbanos e as intensas supressões arbóreas neste, em especial as de grande porte, tem levado ao uso de estruturas humanas para construir seus ninhos, como observado na pista de atletismo do Centro de Desportos (CDS) da UFSC, onde as estruturas dos refletores foram utilizadas como suporte para os ninhos desses animais.

    Apesar de não constar em categorias de ameaça de extinção nas listas oficiais estaduais e federais, as caturritas são protegidas por lei no Brasil, o que proíbe atividades como caça e captura sem autorização (BRASIL, 2014; Lei 9.605/1998; Lei N° 5.197/67). No contexto atual, estratégias de manejo incluem a remoção dos ninhos vazios e a implementação de medidas de afugentamento para evitar a recorrência da nidificação em estruturas inadequadas, visando o equilíbrio entre a preservação da espécie e a convivência urbana.

    No campus UFSC Trindade, os ninhos de caturritas encontrados nos postes ao redor da pista de atletismo do CDS estavam gerando uma série de desafios para a comunidade universitária. Podemos destacar o impedimento da realização de manutenção técnica adequada, representando diversos riscos à segurança e aos recursos financeiros,catturita no poste como curtos-circuitos e potenciais incêndios nos ninhos devido ao calor dos holofotes. Por causa desses problemas, os postes com ninhos estavam desligados.

    O CDS é frequentado por milhares de pessoas diariamente, incluindo estudantes, professores e profissionais ligados à universidade, tanto para atividades esportivas quanto como rota de entrada e saída da instituição. A falta de iluminação gerava insegurança entre os passantes, comprometendo o direito de ir e vir de uma parte significativa da comunidade da UFSC.

    Além dos transtornos no trajeto dos passantes, havia também impactos negativos nas atividades realizadas na área. As aulas e treinos nas pistas de atletismo eram prejudicados em condições de baixa luminosidade, o que representava um risco aumentado, especialmente para pessoas com deficiência visual que dependem de boa iluminação para sua segurança durante a prática esportiva. Essas questões estavam sendo enfatizadas por professores do CDS, que já testemunharam incidentes relacionados à falta de iluminação, inclusive um acidente envolvendo alunos com baixa acuidade visual.

    Manejo

    Para resolver esses problemas e restaurar a iluminação necessária para a prática esportiva e segurança noturna, a CGA coordenou e implementou um plano de manejo adequado aos ninhos aprovado por órgão ambiental competente. Não obstante, a remoção dos ninhos de caturritas envolveu uma série de etapas e enfrentou diversos obstáculos ao longo de um ano, que atrasaram significativamente o processo.

    Após a solicitação de retirada das caturritas pela manutenção da UFSC e Diretoria do CDS, a Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA) da UFSC entrou em contato com a Simbiosis Empresa Júnior, que elaborou, com auxílio de especialistas, como o Professor Guilherme Brito um Plano de Manejo, planejamento básico para situações como essas. Após a análise do Plano, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) autorizou a retirada dos ninhos das aves.  No entanto, antes que a remoção pudesse ser realizada, houve um surto de gripe aviária e como medida de precaução, o IBAMA suspendeu temporariamente a autorização, atrasando o cronograma inicial.

    recolhimento dos ninhos

    Nesse interstício, a CGA continuou incessantemente na busca por alternativas. Realizaram-se reuniões internas e buscou-se colaborações externas para o recebimento efetivo dos animais (filhotes), a citar, com o IMA/SC, hospitais veterinários da UFSC em Curitibanos e da UDESC, em Lages.

    Em abril de 2024, o IBAMA emitiu nova autorização, condicionando o transporte dos filhotes encontrados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Contratou-se uma empresa especializada para realizar a retirada dos ninhos, no entanto, antes que a operação pudesse ser concluída, outro obstáculo surgiu: a tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul, impossibilitando temporariamente o recebimento das aves.

    Finalmente, em maio de 2024, período de não reprodução dessas aves, os ninhos das aves foram retirados sob a supervisão da Coordenadoria de Gestão Ambiental, com a participação do biólogo Allisson Castro,do professor Guilherme Renzo Rocha Brito, do médico veterinário Marco Antônio de Lorenzo, ajuda de estagiários, além do suporte de equipes de transporte, manutenção e segurança da UFSC, e de técnicos da CIDASC. O apoio do Biotério Central da UFSC foi essencial, com o engajamento do médico veterinário, a disponibilização de materiais, equipamentos, e local limpo ambientando para possíveis filhotes encontrados, bem como a disponibilização de transporte com qualidade térmica para a longa viagem que seria realizada até Porto Alegre.

    Antes da realização da retirada, foram distribuídos informativos à comunidade no local, explicando o porquê da sua realização. Durante a operação, constatou-se que não havia nenhum filhote nos ninhos. Após a remoção, foram implementadas medidas preventivas para evitar o retorno das aves, destacando-se as fitas reflexivas, feitas com CDs, além de ter sido informado aos setores envolvidos, por meio de Ofício, as competências para acompanhamento das torres, visando que a nidificação não ocorresse novamente.

    Desafios contemporâneos

    Esse processo ilustra a complexidade e os desafios envolvidos na gestão de espécies de animais silvestres em áreas urbanas, especialmente quando se trata de conciliar as necessidades humanas com a preservação ambiental. A remoção das caturritas foi um esforço coordenado que exigiu planejamento meticuloso, cooperação entre diversas entidades e adaptação a circunstâncias imprevistas, para garantir o bem-estar dos animais e o uso das estruturas da UFSC. No decorrer do processo foram observados locais para possível guarda temporária, alimentação adequada, frequência, temperatura, ambiente com itens para minimizar estresse e viabilizar a melhor adaptação, pessoal necessário, operadores técnicos com conhecimento para a espécie, veterinário, biólogo, seguranças, envolvimento de órgãos sanitários, e o cuidado com a informação para a comunidade acadêmica são essenciais. Tudo isso para garantir a integridade das aves e o uso das pitas de atletismo.


  • Lançamento do Manual de Gerenciamentos Laboratoriais

    A Coordenadoria de Gestão Ambiental, por meio do setor de Gestão de Resíduos, lança o Manual de Gerenciamento de Resíduos Laboratoriais da UFSC, que pode ser acessado aqui.

    Este manual apresenta todas as informações necessárias para o correto gerenciamento dos resíduos gerados em laboratórios, incluindo resíduos químicos, infectantes e recicláveis. Seu objetivo é auxiliar o acessoàs informações necessárias para o encaminhamento ambientalmente correto dos resíduos, auxiliando na destinação adequada.

    Levando-se em conta que a a responsabilidade da gestão dos resíduos é compartilhada, incentivamos a leitura do Manual dos estudantes, TAEs e professores, especialmente aqueles diretamente envolvidos com o gerenciamento de resíduos nos laboratórios.

    Destacamos que todas as informações contidas no manual estão disponíveis em nosso site: https://gestaoderesiduos.ufsc.br/.


  • Dicas para economia de energia em tempos de calor intenso

    Com a persistência dos dias quentes e abafados de verão, o programa UFSC Sustentável reforça a importância da economia de energia, especialmente no que diz respeito ao uso do ar-condicionado. Especialistas apontam que esse aparelho é responsável por cerca de 50% do consumo de energia na UFSC, tornando-se crucial adotar medidas para otimizar seu uso. As altas temperaturas não apenas aumenimagem camaonha energia certatam o consumo de energia e têm impacto ambiental, mas também refletem diretamente nos valores pagos, impactando todos os cidadãos que pagam impostos. Em 2023, por exemplo, a UFSC gastou aproximadamente 14 milhões somente em energia elétrica.
    Toda a comunidade universitária é desafiada a repensar o uso da infraestrutura energética da instituição. Assim, a UFSC, por meio do relançamento da campanha “Reduzir é Transformar o Mundo”, busca incentivar práticas que visam à otimização do uso desse equipamento:
    • Priorização da ventilação natural: Incentiva-se o uso da ventilação natural, especialmente a ventilação cruzada, que favorece a circulação de ar fresco.
    • Manutenção da temperatura do ar-condicionado em 23°C: De acordo com recomendações do Inmetro, manter o ar-condicionado nessa temperatura é ideal para o conforto térmico. Cada grau a menos significa um consumo de mais 7% de energia.
    • Desligamento de ar-condicionado em desuso: Sempre que for o último a sair da sala de aula, verifique se o ar-condicionado já está desligado. Nas salas administrativas, o ar-condicionado pode ser desligado 30 minutos antes do fechamento do setor, mantendo-se a temperatura adequada.
    • Fazer uso correto do aparelho: Sempre que ligar o ar-condicionado, todas as janelas e portas devem ser fechadas, assim como todos os ares condicionados devem ser ligados ao mesmo tempo, para que não haja sobrecarga.
    Além dessas medidas, a comunidade universitária é encorajada a adotar práticas simples, como desligar equipamentos elétricos em desuso, utilizar lâmpadas econômicas e aproveitar ao máximo a luz natural sempre que possível.
    Todos os materiais da campanha, como vídeos, material gráfico e para as mídias sociais, podem ser encontrados neste link. Materiais impressos, como adesivos e cartazes, podem ser solicitados para

    A colaboração de todos é essencial para enfrentar os desafios relacionados ao consumo de energia, contribuindo para um ambiente acadêmico mais sustentável e confortável para toda a comunidade. A universidade também está aberta a sugestões e ideias de iniciativas que possam contribuir para a eficiência energética e a preservação do meio ambiente dentro dos campi. Com a conscientização e o comprometimento de todos, a UFSC visa não apenas reduzir custos, mas também promover a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente em sua comunidade universitária.


  • UFSC recebe Selo ODS Educação 2023 por iniciativas sustentáveis

    certificaçãoA Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebeu o Selo ODS Educação 2023, junto com mais 39 instituições em uma Cerimônia de Certificação realizada hoje, 5 de março, na capital paulista. O evento contou com a presença de representantes do governo, instituições de educação, organizações da sociedade civil e líderes da Agenda 2030. Essa conquista é resultado do compromisso e das atividades de conscientização em prol da sustentabilidade realizadas ao longo de 2023 pela Sala Verde e pela Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC.

    Ressalta-se que a UFSC inscreveu-se com apenas quatro projetos, todos eles contemplados com o selo. No entanto, é importante notar que há muitas outras iniciativas da UFSC alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) que poderiam ter sido reconhecidas, caso tivessem sido inscritas. Portanto, aproveita-se para informar que as inscrições para o Selo ODS Educação 2024 já estão abertas, e qualquer membro da comunidade universitária pode submeter projetos para avaliação por meio do site.

    O Selo ODS Educação não se limita apenas ao reconhecimento, mas busca impulsionar a realização de boas práticas e soluções inovadoras nas instituições de ensino, contribuindo para um futuro mais sustentável e consciente, alinhado com a agenda 2030.